estas recordações com um mal-estar que não tenho capacidade para definir estão adulteradas e ridículas. por pudor, deveria guardá-las. a vida é sem coerência. boas histórias em livros: torcem a vida, inventam a verossimilhança… o mundo vesgo. volto a te pedir desculpas de ser tão desastrada nestas lembranças /nesta saudade, meu querido, e sigo sem te escrever pensando que logo mandarás tuas reflexões e teu beijo. nesta floresta de palavras saio a escolher apenas as necessárias… imito tua urgência, mas nem menciono o Peter Pan. Elizabeth M. B. Mattos – abril de 2026 – Torres
registro de praia na semana passada / graças a Ana Maria!
