falta gesto, falta sentimento de ternura, falta coragem, falta sol, falta chuva, falta tempo, falta amor pelo amor… e o desânimo derrama um sono inquieto, triste, talvez necessário… se eu não posso, se ele não pode, se não conseguimos, desistimos no ponto, sem virgula, sem exclamação, sem luz. esta coisa de amor nasce de dentro pra fora, o respeito é dentro e escorre… alimenta depois. ninguém ensina amor, não ensina, sente… a pessoa vai amando, amando, gostando e se querendo e se descobrindo no sorriso, no copo cheio d’água, na planta que brota… e a vida surpreende. tô triste, mas tristeza termina também… de certo termina como amor, escorrega. Elizabeth m. B. Mattos – maio de 2026 – Torres