não será este o pior pecado? ausência, muito melhor do que turbulência reparadora… o sensível, o existente não passam, na melhor das hipóteses, de vaidade e mentira. Na pior das hipóteses de tentação corruptora. Em todo o caso, algo de que temos de desconfiar, de que devemos curar / purgar para chegar a uma sã ou conexa visão de mundo. Processo de racionalização. E com isso, retirar, eliminar tudo. Ou ficará para centro como cidadela (fechada) do cérebro. E a vida todo a gente fica dentro do mesmo problema. Furiosos com as consequências ou quem nos toma / tira a tranquilidade de apenas amar a nós mesmos. Amar-se seria o ideal. Elizabeth M. B. Mattos setembro de 2026 – Torres







