a gente faz quase tudo para ser aceito / por um beijo, um olhar ou uma atenção diferenciada // até se casa / compra coisas incríveis, indesejáveis, come tomates quando não gosta… qualquer coisa para ter um doce olhar, ou alguém que abrace ou diga ‘gosto tanto de ti’ /// pois é… e de repente o gostar deveria estar pendurado, nascido num único fato // gostar de ser você mesmo… ser tu, ou você do jeito que és // e tudo o mais fica doce. claro! se a pessoa tem dinheiro, e coisinhas boas fica tentador /// mas não deveria ser a medida. gostar da mesma música sim, do mesmo sol, sentir frio junto ou separado… enfim! aonde estarão as medidas… mas NINGUÉM muda porque tem poder e dinheiro // claro, ambas as coisas ‘deslumbram’… apreender é pode ser chato para quem nunca aprendeu a gostar de descobrir… Elizabeth M. B. Mattos – setembro de 2026 – Torres /tão difícil educar! brincar! inteligência, sensibilidade e ignorância // pode? deve poder.
