minha filha Luiza deixou a geladeira, as cestas repletas de frutas, algumas incríveis! todas as possíveis, e devagar com vagar vou sentindo o sabor doce ou amargo do mundo… assim foi sua visita meteórica, de ouvir, segurar minha mão, abraçar, e me dizer, estou pernambucana minha mãe, mas entendo de chimarrão, frio e botas invernosas, de tuas misteriosas história de amor, também entendo. PODE existir amor maior do que ter alguém escute apenas o teu eu e não questione, nem tente te colocar na caixa certinha? Viver é uma estranha / perigosa e boa aventura, contradição… ah! sim! ver oportunismo… e a politica! confuso, meu querido. tanto eu queria te contar! Elizabeth M. B. Mattos – setembro de 2026 – Torres (o lugar aonde meu pai me colocou… escolheu para eu morar!)



tô aborrecida com tais 80 anos, mas, afinal, ainda estou viva pra dizer, estou aborrecida: isso é legal!