Qu’ on soit pur ou impur, petit ou grand, il y a toujours vanité, vanité puérile et malheurese, à entreprendre sa propre justification. que a gente seja puro ou impuro, pequeno ou grande, há – existe sempre vaidade, vaidade pueril ou infeliz para explicar a própria justificação. uma tradução mais ou menos.
justificar o medo, a saudade, a vergonha ou a coragem em determinada situação / o que eu posso ou o que eu não posso fazer… fracassar ou ter sucesso // ganhar ou perder // mas a gente perde sempre / perdemos, então, prosseguir é um ganho / já deve/é / com certeza / a medalha como tu sussurrarias pra mim…
quando volto aos livros de Marguerite Yourcenar / pois é, ali está o medo, de como mulher, se revelar / será mesmo permitido? elas, as poderosas, grandes mulheres, salvo Cleópatra (sempre), são reservadas… eu não, a história, sim. Elizabeth M. B. Mattos – outubro de 2026 – Torres
