Certo dia, já na minha velhice, um homem se aproximou de mim no saguão de um lugar público. Apresentou-se e disse: “Eu a conheço há muito, muito tempo. Todos dizem que era bela quando jovem, vim dizer-lhe que para mim é mais bela hoje do que em sua juventude, que eu gostava menos de seu rosto de moça do que deste de hoje, devastado.” (p.7) Marguerite Duras O AMANTE (Premio Goncourt 1984)
talvez a gente siga esperando que alguém, venha e nos diga alguma coisa parecida / és mais gentil hoje, vejo que estás feliz como nunca antes. teu jardim está esplêndido e esta saia colorida te cai tão bem… gostei do jeito que prendeste teus cabelos. teu sorriso atraia outros sorrisos… a primavera vai ser ventosa! teremos um verão quente, abusaremos do mar… Elizabeth M. B. Mattos – novembro de 2026 – Torres /amanhã Porto Alegre / depois Rio de Janeiro