DESENHO do Lucas

DESENHO

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MarinaJoãoLucasPedro

JoséGuilhermeLuisLuizaAntônioCarlosRicardoMagdaSandraIsabelMartaLIla.VidaCorDoceAzulVerde

LeonardoAmareloVioleta

AnêmonaMaracujáChuvaTrovoadaLuzSaudadeAmadoOlharCasaFogo.Luz e tanto mar…

12/12/2012

Ao vento

Ao vento

Estudar ler. Música bons espetáculos apreender o prazer. E desfrutar do ócio. Não é sempre possível. Importa ser. Perseguir o tempo sentir o sol o vento o mar a chuva, e crescer! Elizabeth M.B. Mattos

Lattoog Desing

Lattoog Desing

22 designers celebraram a semana de arte moderna com criações exclusivas para 1 ano de bamboo
Leonardo Lattavo e Pedro Moog assinam a poltrona Regg, que é o resultado da fusão de uma rede, nosso móvel mais primitivo, com a poltrona Egg, de Arne Jacobsen, no melhor estilo antropofágico brasileiro.
“Essa fusão é parte de um trabalho que nós sempre fizemos, está inclusive no nome do nosso estúdio (que é a fusão dos nossos sobrenomes). Regg é a quinta peça da série Vira-Lata, que faz muita referência ao Manifesto Antropofágico”, explicam. A poltrona está em produção pela Schuster Móveis, e acaba de chegar à loja Arquivo Contemporâneo, no Rio de Janeiro.

lattoog.com
arquivocontemporaneo.com.br

Lawrence da Arábia

Lawrence da Arábia

Está escrito. É o destino. Para alguns homens o que está escrito é o certo. Bigorna do Sol, o deserto de Nefud…  Diferença e igualdade. O homem pode ser o que quiser. Mas não pode querer o que quiser. Desconfiança e cautela pertencem aos velhos. Vencer o deserto.
Beleza completa, absoluta. Guerreiros  e a política selvagem.

Notas após Lawrence da Arábia. O melhor filme: 1962

Arqueólogo, escritor e militar, o inglês Thomas Edward Lawrence foi uma das mais notáveis personalidades do Século XX. Sua obra prima literária Os sete pilares da sabedoria é o registro autobiográfico da ação árabe na derrocada do Império turco Otomano. Escrito originalmente em 1919, Lawrence perde os manuscritos de Os sete pilares s da Sabedoria na Estação ferroviária de Reading. Uma segunda versão é finalizada no ano seguinte, mas, insatisfeito com o resultado, o autor a destrói. Finalmente em 1926, escreve uma terceira versão, revisada por George Bernard Shaw e publicada em uma edição artesanal restrita a amigos e escritores. Resenha do livro da Editora Saraiva

Com Xico Stockinger

Com Xico Stockinger

Correspondência entre Xico Stockinger e Elizabeth Menna Barreto Mattos que resultou em livro em 2002.

Beth – Achas que há tempo (sem pensar neste negócio de idade) para retomar outros trabalhos? Iberê resolveu escrever. Ernesto Sábato pintar. E tu?
Xico – Às vezes penso que trabalho muito para fugir dos qüiproquós que eu arranjo. Trabalho porque gosto de fazer esculturas. Sou cheio de frescuras, recalques, e assim fazer bonecos me ajuda a esquecer essas coisas…
Beth – Trabalhamos para acertar coisas dentro de nós mesmos. Mas o maravilhoso nesta tua arte de fazer bonecos é dar o recado. Deles nascem outros Stockingers, que se apresentam para a luta. Conta da tua vida particular, tuas leituras, viagens, mulheres. O escultor tem uma corte. Assim eu vi a Vila Nova, muitos envolvidos. Há diferença entre a pluralidade de materiais e este trabalho repartido e exposto ao voyeuer? Isto sempre fez parte da tua vida?
Xico – Na Vila Nova há algo que eu nunca tive nos meus oitenta anos. Mas vamos parar de intimidades.
Beth – Temos potencialidades adormecidas. Será que a vida define o talento de alguns? Imaginaste descrever um mundo interior teu com os guerreiros e as guerreiras; eles são um ideário particular?
Xico – É preciso dizer que não caem estrelas do céu, nem ouço vozes. Na produção o que há mesmo no duro são mais de cinquenta anos fazendo escultura. Em cada uma aprendo algo de novo e cada uma me indica o caminho que posso tomar. […]

Editora Artes e Ofícios: Xico Stockinger Memórias

ZERO HORA

ZERO HORA

Amizade e Intimidade acima de polêmica: Porto Alegre, 27 de maio de 1998
A prepotência engole as pessoas inteiras, devora pela vaidade e pela cegueira. O alimento deste pecado é a esperteza de chegar primeiro e comer o melhor pedaço.(…) há espaço e guardados para todos os antropofágicos na gaveta de Iberê Camargo. Artigo de Elizabeth M. B. Mattos – Zero Hora