As cartas

Cartas, um quebra cabeça.  A história aparece aos poucos aos soluços da emoção confessional de uma descrição parcial. Escrita truncada sem seqüência, fragmento. Cartas são franjas. Caminham lentas  voam, e chegam mansas. Caminham …, nuca correm. Estas são de amor. Queixas de uma gueixa. (… é pra rimar.) E quem guardou a história, fechou numa caixa grito saudade. Leio num único fôlego nove vezes te amo e transformo tudo em em ficção? Escrever, o exercício. Tu és virtual, e eu também sou virtual. As cartas são reais. Elizabeth M.B. Mattos –  outubro de 2012 Porto Alegre

5 comentários sobre “As cartas

  1. Cartas são sempre cartas e fazem parte da vida de uma pessoa, hoje nos apegamos aos e-mails… tudo se junta e forma uma nova história a ser lembrada.

  2. É isto. O real inventado, porque estamos continuamente
    inventando a vida, este movimento traz a sensação de plenitude e urgência…Estamos no processo de entrar no real, e devolver ficção…

  3. Acho que nada substitui a sensação de escrever e redigir uma carta!
    É nesta escrita que muitas vezes nos revelamos…nas entrelinhas.

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