Brincar o amor

O mundo se explica com guerras, monumentais cidades, superpopulação, desmatamento, usinas, fome, justiça, poluição, trabalho, ócio. Verde, azul, marrom, violeta, paz, silêncio, azul, pedra, rio, casa, planície. O mundo inteiro dentro da pessoa, da explicação, daquele corpo, daqueles braços, deste rosto, destes olhos que já não veem, apenas percebem. O mundo está dentro dela. O mundo existe de dentro para fora. E nós carregamos o universo a cada deslocamento.  Não existe mundo sem a pessoa.  Quem? Esta coisa que tanto se explica existe dentro… Justifica-se a vida! E sobrevivemos apesar de… Como já escreveu Lispector.  Afinal a  vida continua atada nela mesma. E se a vida continua atrelada aos cadáveres de outras vidas é porque seguimos… Reflexões de conversas compridas… Quem tu és? Quero saber. Diferente de quem sou.  Conceitos presos na tua inquietude, ou na minha vida burguesa? Seguimos afastados. A palavra preconceito resvala no liberalismo aberto de brincar o amor… E eu a pensar o mundo…

2 comentários sobre “Brincar o amor

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