GULA …

De volta a Porto Alegre. Não reconheci o cheiro: não mais terra molhada, não mais verde derramado da mata sob a chuva, mas selva de cimento. E tu me escreves:

Se não me afogas, resistiremos (talvez) a toda maré. Pois se não me afogas, não nos afogas.”F.T.

Gula de amor… Elizabeth M.B. Mattos

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s