Arrisco

O rosto contraído colado na vidraça como se esperasse desde muito tempo. A casa na penumbra. Noite de lua acesa. Seu rostinho redondo se abre num sorriso. Cheguei. Não desço do carro, apenas espero. Todas as pastas, sacolas, livros se agarram nas mãos pequenas! Não fala. Arrisco uma pergunta. Olha nos meus olhos. O mar esta no cheiro da noite morna, e já é julho. Na mesa da cozinha bebemos o café com leite. Esquento o pão. No pote os morangos, hoje não temos amoras azuis…

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