despedida

No fundo de seus olhos azuis, um lampejo. Um brilho intenso de tristeza. E raiva. Que cena tão simples havia sido lembrada? Mansa e dilacerante. O dia de terminar. Ou a falta de luz… Entrega sem volta, sem pergunta. Esvaziada expressão. Altero a voz, o olhar.

Sonhos se partem: os teus ali, os meus aqui. Não somos mais. Ou apenas, odor… Rosas, petúnias, hortênsias e cravos, laranjas, pêssegos e morangos. Sem esquecer das amoras azuis, e das lágrimas. Na despedida beijo teus olhos. Elizabeth M.B. Mattos –  Rua Redentor. Dia de paz. Rio de Janeiro – 2014

 

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