O mapa

A procura do perdido. Pequeno sucesso no encontro. Óculos. Um carnê, o creme, o livro, aquela anotação, a fita durex, a tesoura, sem mencionar velhas fotografias. Tesouro a ser descoberto em  caixas. Gavetas sumidouros, prateleiras misteriosas em armários ornamentais. Porque o mapa existe. Está lá na memória. O mapa existe. Encontrar exige tranquilidade. Nada de angustia, ou pressa, ou elucubrações. Apenas uma silenciosa paz. Mentalizar. Descontração. Então, o perdido se apresenta com alívio. Nenhuma urgência, apenas o prazer de ter encontrado. Elizabeth M.B.Mattos – julho de 2014 – Torres

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