Cordas e cores

Pessoas se reconhecem pelo olhar. Beber do mesmo vinho, centralizar, escutar, falar, dizer e responder. A música importa, o livro importa, a cor, a beleza.
Observo, e me espanto.
O corpo responde. Dores precisas.
E o tempo se esvazia em menos um dia, menos uma manhã, menos uma tarde, menos uma noite. Sinto as pernas. Inchaço no coração: excesso de comida, de bebida, excesso.
Preguiça de viver. Insisto.
Esforço para me fazer compreender.
Risco, pontuo, estabeleço analogias, conclusões, depois esqueço. Nenhuma relação se afirma.
Confuso mundo de desvendar o mesmo…
Vendar, esconder, apagar. Depois abrir, e descobrir. Elizabeth M.B. Mattos

– abril de 2015 – Porto Alegre

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