Quando voltas

O mundo não é uma realidade objetiva, mas uma fantasmagoria povoada com medos e desejos. Cada pessoa um fragmento. Tudo desaparece junto com ela…
A carta reproduz parcela desta exposição: pedaço com gosto de inteiro.
A chuva bate nos vidros, e passa pelas frestas. Neste mar de notícias devastadoras, sinto tua falta. Gosto quando voltas.

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