Ernest Hemingway

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Quando estou trabalhando num livro ou num conto, escrevo todas as manhãs, o mais cedo possível, logo depois do raiar do sol. Ninguém vem perturbá-lo, ainda está fresco, ou frio, e você pega no trabalho, e vai se aquecendo enquanto escreve. Você lê o que tinha escrito e, […].

Quando para, você está vazio, mas ao mesmo tempo nunca está de fato vazio, e sim reabastecendo-se, como ao acabar de fazer amor com alguém a quem você ama. Nada pode magoá-lo, nada pode acontecer, nada significa coisa alguma até o dia seguinte, quando você repete tudo. O que é difícil de aguentar é  a espera até o dia seguinte, ” (p.63-64)

( volume 1) Editora Companhia das Letras, 2011

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