O fiel da balança

Hoje o estranhado medo de mais um passo enfrenta sol, balões no céu, nostalgia na madrugada. E a lembrança range, não se apressa. Há um duplo nesta história. Dois personagens se fundem invisíveis um ao outro, definidos aos meus olhos. Diferentes e iguais. Uma conversa ambígua que se descobre, e se estica altaneira quase livre da sombra alheia, sem costuras. O esboço se faz desenho, e logo tintas coloridas sobrepostas fazem o quadro, a tela se define. ElizaBeth M.B.Mattos, Porto Alegre.

Sempre me pareceu muito curiosa a minha incapacidade de anotar qualquer acontecimento presente, como se o presente não tivesse nenhuma face, como se fosse algo que  apenas se preparasse para uma diluição ou esquecimento e em seguida o pretexto de recomeçar uma história, desta feita, no passado e propícia ao devaneio, aos devidos ajustes, todos na dimensão de nossa atenta compreensão O passado como fiel da balança.” (p.39) O nome do Livro* 1949 Francisco BrennandDIÁRIO

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