qualquer coisa dolorida de saudade

A memória tem gosto seletivo que nos empurra ora pra frente ora pra trás… Pra frente, na sequência de acertar capricho. Imagina fantasia: vai acontecer? Para trás, quando aperta e dói, nostalgia. Este ir e vir se junta a incapacidade do agora do hoje do momento. Há qualquer coisa de dolorido na saudade e na porta que se fecha.  O silêncio desarruma o tempo me apressa… Contagem regressiva.

Aflição com dor. É preciso semear um canteiro com alegria. Elizabeth M.B. Mattos – Torres, agosto de 2017

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