um bilhete dentro do outro bilhete

Leio e  penso que não estou em lugar nenhum, de repente, nunca fui eu mesma em algum lugar, estou sempre do outro lado, – as pessoas se olham, eu me estranho. As pessoas caminham/ passeiam nas praças. Eu olho pela /através da vidraça estranhada. As pessoas estão na praia, no mar, eu vejo/ escuto, apenas o mar … o mar. Elizabeth M.B. Mattos – Outubro de 2017 – Torrres

As pessoas que passam estavam no meio da própria vida, em meio as profundezas da própria existência. Era como se eu estivesse fora daquilo, eu não pertencia aquele mundo, para mim era apenas um lugar, e o sentimento de estar em casa tornou-se mítico. No que consistia? Não era o lugar em si, porque o lugar não passava de um punhado de casas e umas rochas nuas à beira-mar, mas aquilo em que as pessoas transformavam o lugar, o significado que lhe atribuíam.” (p.561)

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