nebulosa memória

“Citei inutilidade da arte, mas ignorei sua capacidade de confortar. Nisso reside o consolo do trabalho que realizo com minha mente e meu coração – é apenas , nos silêncios do pintor ou do escritor, que a realidade pode ser ordenada, recriada de modo a exibir sua porção mais significativa. Na realidade, nossas ações cotidianas não passam de andrajos que ocultam o tecido de ouro – o significado do padrão. Por meio da arte, estabelecemos – nós, artistas – um acordo radiante com tudo o que nos feriu ou derrotou na vida cotidiana; e desta forma, em vez de fugir ao nosso  destino, como tentam fazer as pessoas comuns, realizamos por inteiro nosso genuíno potencial – a imaginação.” (p.17) Lawrence Durrel – Justine – Quarteto de Alexandria .

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