engasgada na lembrança

Retomei o meu escrito no teu escrito. Uma dor saudade, um nada. Tu és o texto maior, e eu sempre me apequenei encolhida. Agora enciumada? Não faz sentido. Amei tanto e tanto e amo ainda no depois …  Saudade do que não fiz, talvez do que perdi de mim mesma, … tu seguiste em frente, ergueste a vida. Eu larguei o amor de te amar, e era tanto! Agora fico a espiar. Não adianta espiar. A vida engolimos, ou ela nos devora. Eu preciso acordar deste torpor/dor que sinto e não defino … tão pouco de nós dois, mas foi muito, … foi muito. Tornei-me esquizofrênica da memória de mim mesma: o que quero e desejo agora me impacienta em seguida me cansa e já me aborrece. Eu amo este amor enfurecido de beijos e abraços que ocupa todo o meu tempo e a minha memória. Tu/o meu você.

Não sei em qual lugar esqueci larguei deixei de amar, ou de valorizar o que escrevo. Transborda agora. Ao reler teu livro, … eu me dou conta que a generosidade existe / se adianta / se impõe, ou se ergue acima de qualquer outro sentimento.

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