sem título

Esquisito emaranhado esdrúxulo. Desaparecer, não do mundo, mas disso tudo, de um disso não definido. Um disso que pressinto. Deste ser o que não sou, ou estar sem aparecer. Arrancar o agônico inexplicável. É o não chegar. Aonde. Ser eu mesma sem alta tensão. Estado passagem. Seguro o fio, a voz o jeito, depois esqueço. Saudade de ser a outra que um dia eu fui. E, nunca fomos/somos de ninguém. Fica- se a espera. Não existe outra metade. Envelhecer parece aborrecido/chato/ frustrante, … não sei explicar. Pequeno/grande tanto espaço, … tão ao acaso. Não sei se sei. É pouco, mas novo. Elizabeth M.B. Mattos – novembro de 2017 – Torres

caes caes caes

Foto de Luiza .M. Domingues

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