mãos ásperas

 … começa a terminar! … tantos desastres, tanta loucura e tanto amor! Amamos no escuro, sem saber quem como e quando, amamos, simples assim: fantasia, miragem estranhamento. Meninos, adolescentes, e velhos … Quero quem me quer, ou quem penso querer… Reinventei o espaço. Dormi o sono.

Tenho mãos ásperas: polir, lavar, escovar aqui e ali … Espio dezembro. Dois mil e dezoito. És especial, sou especial, somos únicos. Estou a fazer as malas para voltar a Recife, antes São Paulo, outra vez o Rio de Janeiro. Por que não Paris? Por que não Limoges? Por que não São José dos Ausentes, sem esquecer Florianópolis … acontece em cascata. A Porto Alegre te dar um beijo. Elizabeth M.B. Mattos , novembro de 2017

É o que chamo imagem-cristal em que um passado é apreendido não simplesmente em função do presente em relação ao qual ele é passado, mas em função do presente que ele foi. […] daí a estranha vida em que é como se víssemos a coisa através de uma bola de cristal.”  Gillhes Deleuze – Images-temps, image-mouvement –

e Francisco Brennand, pinturas

MULHERES NUAS de Brennand

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