Isabel pensou

Os ombros levemente curvados, calça jeans. Não, não era ele. Poderia ser. Levantou os olhos para a copa da árvore. Os passarinhos. Então, dei meia volta, e entrei na Igreja. Eu a fugir do lugar que devo/preciso estar, … tenho tanto a consertar! Mas …, às vezes, fico presa/ inserida na história velha que justifica a fantasia. E me desvio …, mais ou menos isso: acomodação …e, libertação. Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2017 – Torres

Nunca haviam tido timidez um com o corpo do outro, mas agora estavam mais velhos (juntos) para saber o que era timidez. Agora eram. Mais velhos. Velhos. Uma idade morrível viável. Que palavra engraçada, velho, isolada, Isabel pensou, e disse para si mesma: Velha. (p.99-100) Arundhati Roy – O Deus das Pequenas Coisas – 1998 Companhia das Letras – São Paulo

deus das pequenas coisas

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