ficção

…,uma/a crise entrou pela porta, nas pontos dos pés, mas com passos firmes. É preciso deixar o tempo escorrer /ir / diluir a imagem, as fotos. Não posso contar a história verdadeira. Consola saber/pensar que, às vezes, a voz pode ser melhor consolo do que te escrever  (quero te ver, vamos pedir um café?), penso que talvez possa ser, inconsciente ou não, invento um novo gênero que faz falta à literatura: a ficção da ficção. A história que conta a estória da minha imaginação, na imaginação do outro. Tu inventaste o passado, eu me atirei, cega. Tu recuaste. Tudo virou texto e palavra.

eclesiastes

Verdade verdadeira: não sei como continuar, …  tu/você não me conhece. Somos um jogo perigoso, tentador. Quero o meu você de volta. E.M.B. Mattos – abril de 2018

 

 

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