turbilhão

Involuntariamente, sua mão fez o gesto de quem afasta alguma coisa, de quem afasta um pensamento. A verdade é que, no mais íntimo  do seu íntimo, ele temia essa força que tem o nome de paixão. Esse turbilhão que leva pelos ares como folhas secas tudo o que um homem tem de sólido, de ponderável, de respeitável! Isso não era com ele. Essa labareda que se consome prodigamente na própria fumaça … Não, ele preferia queimar lentamente.” (p.109) Jens Peter Jacobsen – Niels Lyne Cosac& Naif, 2000 – Coleção Prosa do Mundo

Já que eu não posso te falar nem dizer o que penso. Nem ouvir os comentários da nossa precária vitória  antes da Copa. (Haja futebol! Vamos torcer!) Eu imagino as coisas por dentro, mesmo que não sejam, eu imagino! Um sim ou um não categóricos, um pró ou contra, para que eu deva saber exatamente o que devo odiar e o que devo amar. Estranhezas deste inverno que se fez ameno hoje, durante o dia. Beth Mattos – junho de 2018 quase chegando a São Paulo

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