vestida de letras

Entreolhamo -nos, com certo desespero, e dizemos depois: ‘É, até aqui chegamos nós dois.’ Da tua voz, o vento. E com o vento a tempestade. ‘Afinal tens razão, nada a nos dizer. Nada a fazer.’ Não compreendi …, não importa. O que fizemos? Nada. Sequer saímos do lugar. Sigo vestida de letras. Não é preciso compreender. Nem dizer/ falar ou pensar. Frágil, mas não vou quebrar a ilusão. Sonhos abertos insones nas mãos. Eu te convido para imaginar/desejar juntos, e apertar a vida no mesmo momento, agora, vai ficar eterna …, a vida.  Beth Mattos – junho de 2018

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