espera por nós, 1963

Leitura, em tempo, refeita. Explode o que não vivemos, nem fizemos.  Pressão e silêncio. Ando corro interrompo sofro. E fica o não sentido, a estória na história neste encontro desfeito, intenso. Preso no escuro. Chamo por nós. Um  privilégio sentir: sentimos. Envelheço no espelho, tão rápido! Ou fui eu a pensar querer sozinha. Estrangular enfurecer apagar a memória. Maquiavelicamente estás a rir a te vingar. Qual o sentido deste nada?O não sentido …, privilégio ser blindado. Armadura da distância, do longe.

ausência, silêncio, euforia, tristeza,  silêncio, medo, pânico (envelheço tão rápido, não respiro, mas envelheço) silêncio

A porta está entreaberta, venta por aqui. Jasmim camélia e o verde da grama com cheiro de terra. Subo e desço as escadas. Abro as janelas. Faz azul por aqui …, gosto. E procuro por nós dois. Onde se escondeu o silêncio? Não nos encontro, adormeço e acordo. Não te encontro. Elizabeth M.B. Mattos – São Paulo – 2018

Na medida em que nos retiramos para nossas mentes, esquecemos como ‘pensar’ com nossos corpos, de que modo usá – los como agentes do conhecimento. Assim fazendo, também nos desligamos do nosso meio natural e esquecemos como comungar e cooperar com sua rica variedade de organismos vivos.” (p.37) Frtjof Capra PONTO DE MUTAÇÃO

 

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