miosótis

O inverno se encostou  nos meus ossos e o vento corta minhas mãos. As pernas não se mexem, os cabelos no gorro de lã. Meias grossas, luvas também de lã. Antes de sair três goles de vinho.

Um frio refestelado debaixo deste céu cinzento. Corro pelas calçadas até chegar a praça. Rosto vermelho alegria risonha. Bom voltar ao que era, sem perder o que foi e já sonhar com o que será.

Livros empilhados estufas acesas cozinha tomada por caldo de feijão e carne de panela, sopa de ervilha, torradinhas, bolinhos de carne, batatas cozidas. E sono, mais sono. Uma gripe, ou resfriado incomodado. Quero um ramo de miosótis. Elizabeth M.B. Mattos – junho de 2018 de volta para Torres.

 

 

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