quase nada

Quase nada de novo … Certos detalhes desaparecem ao envelhecer. Não  é Porto Alegre nenhum bairro específico, nem as calçadas, ou do rio que pretendo te escrever, mas dos sentimentos. Poemas leituras recortes. Fugaz momento. Ou a história toda numa frase sem pontuação … Palavras presas nas vírgulas, no suspiro ou estancadas no ponto. O que se completa no papel. Persigo as ditas/malditas escuras palavras.  Corro atrás do tempo e constato: estou mais jovem agora. Elizabeth M.B.Mattos – julho de 2018 – Torres

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