visões do paraíso

…, que falta  me fazes hoje! Ou da imaginação, da possibilidade, da coragem, da fantasia. E tudo se concentra naquilo que não aconteceu, mas existe, és tu. Que falta eu sinto de ti! Elizabeth  M. B. MATTOS  – 2018 TORRES

Ele continuava tentando convencer a si mesmo de que ainda se amavam. Em seu diário, minimizava tudo o que havia de errado entre eles e insistia na felicidade basicamente imaginária dos dois. Tamanha é a necessidade de amor. Faz com que os homens tenham visões do paraíso e desprezem o fato, patenteado pelos olhos, e ouvidos, de que estão no inferno.”(p.235) Salman Rushdie  Joseph Anton MEMÓRIA

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