criança

“Saudade e solidão. Saudade, solidão e desejo de uma vida de aventuras. É melhor nascer na África, onde há leões, canibais e tâmaras. Por que as pessoas vivem amontoadas? Há tantos espaços vazios no mundo, e todos ficam se apertando na cidade. Seria bom morar um pouco no meio dos esquimós, dos negros ou dos índios.[…] Também seria bom cada um ter um pequeno jardim na frente de sua casa. Para plantar canteiro de flores, regá – las, vê – las crescer. Voltou a pensar  em Malhado. ‘ O que vou dizer a Roberto?’ Já não tenho tanta vontade de ficar com ele. Vai me dar dores de cabeça. […] É uma responsabilidade grande demais ficar tomando conta de uma criatura viva.” (p.159-160) Janusz Korczak Quando eu voltar a ser criança

  • Tu es seul à Hiroshima? …ta femme, òu elle est? (Tu estás sozinho a Hiroshima? … tua mulher, onde ela está?)
  •  Elle est à Unzen, à la montagne. Je suis seul. (Ela está em Unzen, na montanha. Eu estou sozinho.)
  •  Elle revient quand? (Ela volta quando?)
  • Ces jours ci. (Nestes/ por estes dias agora.)
  • Comme elle est ta femme? (Como ela é, a tua mulher?)
  • Belle. Je suis un homme qui est heureux avec sa femme. (Bela/bonita. Eu sou um homem feliz com sua mulher.)
  • Moi aussi je suis une femme qui est heureuse avec son mari. (Eu também sou uma mulher feliz com seu marido.)

Marguerite Duras –  HIROSHIMA MON AMOUR

Como adultos perdemos o rumo da verdade absoluta, de dizer o que é como é, e nos enredamos em pequenas omissões, ou mentiras insinuantes porque fáceis, e se apresentam justas, objetivas e claras. Depois de muito tempo …, muito tempo eu me encontrei com uma pessoa que poderia fazer a diferença, então, nós nos dissemos a verdade. E foi um alívio! Porque as pessoas existem/são independentes de amarras e de outros elos. Nós somos e temos o direito de ir, voltar, ficar. Reafirmar ou negar. Não há motivo para esconder. E um beijo, pode ser apenas um beijo. Um amigo é para toda a vida. Elizabeth M.B. Mattos – outubro de 2018 – logo vai fazer dois anos que ele morreu, mas eu ainda estou aqui. Absolutamente livre, completamente comprometida comigo mesma. Mas, talvez se passe muitos anos para que eu possa dizer, outra vez, a verdade …. e não precise insinuar ou representar ou …

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