dois irmãos

E um despreocupado: qualquer açúcar, grosso ou fino, adoçava o café. Mas nas coisas do amor, com Zana, sempre queria, sempre pedia mais.” (p.149) Milton Hatom – Dois Irmãos

Não deveria citar, não deveria ilustrar. Dois irmãos não podem ser amados ao mesmo tempo…, mas acontece amar / desejar dois irmãos. Motivos diferentes. Despedaçar …,  inviabiliza o amor. Paixão oscila como pêndulo de um relógio. Amor transita sem permanência. Afoga, desespera e sabe … Não adianta gritar, estar/ficar em estado de amor.

Apenas uma história / narrativa. Atravessa o não racional, ou justo. Escrever romances, diz Orhan Pamuk, é a arte de falar de coisas importantes como se fossem relevantes. Quero escrever uma estória e deixar de sentir saudade. Saudade do que não aconteceu.  Canibalizo / devoro a minha vida a escrever. Divago /  será que eu penso. Canibalizo livros. Sentimento desvendado, …. alegria umedecida, invertida. Elizabeth M.B. Mattos – novembro de 2018 – Torres

 

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