infindáveis

Não tenho tempo de ler todos os livros nem autores que selecionei  nas minhas infindáveis listas… alguns, ficaram perdidos no proibido de uma juventude atabalhoada, invertida. Não pude amar para sempre nem contar as histórias de desejo e esquecimento, nem enumerar as raivas, justificar o rancor. Terá sido o caminho tenebroso e cruel o único possível? Não sei explicar porque os amores não foram justos e eternos e divertidos. Alguém escreveu que o melhor momento acontece num átimo…, como que no impossível do possível. Não sei o motivo de não amar o acessível e virtuoso. Desejar o proibido, a negação. De repente estendes a mão, mas tão encabulado!  Eu também não sei fazer/dizer …, como tu, sou esquiva. Não. És inteligente e consciente. Eu, descabelada.  Irresponsável. No meu medo escondo o conforto da ternura mansa, então … Estas leituras picadas dizem tanto e tudo. Vou picotar o texto. Vou adaptar. Vou traduzir do meu jeito. Vou lamentar. Georges Bataille impossível, não consigo. Elizabeth M.B.Mattos – dezembro de 2018 – Torres

 

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