chão batido

Claudio e Valentina pintando 2019

…, sigo. Eu te procuro. Ansiosa e zelosa. Na rodoviária peço café, água e espero. Encontro sem lugar nem hora marcada.  Atrasados. Adiantados. Olho para os lados. O acaso. Quero dizer o que não te disse ontem. Quero te ver e te encontrar mais uma vez… Que importa tempo, anos, passado. Somos hoje. Nem o que falta, muito menos, abundância. Somos o mato e o mar. Rota/rumo. Supero o corcoveado da estrada de chão batido. Vives como vivo, no desejo. No teu bolso, na camisa puída, no teu orgulho, eu estou. Acompanho os jogos, lês todos os livros. Estás em mim. Elizabeth M.B. Mattos – fevereiro de 2019 – Torres

 

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