poeira pesada

A noite engole o dia seguinte. O sono se agarra no corpo desgostoso, é preciso reagir ao desagrado. Depois de esperar esperar esperar, deixo a poeira se espalhar tudo: pelo livro, pelas mesas, grudar no tapete entrar nas frestas. Perfeita memória esburacada. O que devo mesmo lembrar? Teus olhos castanhos. O desgoverno de apaixonar derruba qualquer lógica, ou acerto. Durante cinco minutos, extremamente/ intensamente, alegre: a felicidade dura mais tempo que sete minutos? Aglomeração de palavras desconexas. Tranqueira de cismas silencia a coerência. Atordoado silencio. Nada me aquieta. Elizabeth M.B. Mattos – fevereiro de 2019 – Torres.

BANHEIRO demolido

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s