disquei o número

Repetidas vezes disco o número decorado, mas, logo após o primeiro chamado, volto a colocar o fone no gancho. Uma vez alguém atendeu. Assim, cheia de medo, cultivo meu amor em estado bruto. Deveria me bastar tua hesitação. Por que recuaste? Vaidade inconsequente, teimosia minha. Às vezes eu volto…, gosto de te pensar/imaginar/sentir. Tu me devolveste, na sedução, a melhor alegria. Elizabeth M.B. Mattos – fevereiro- Torres

“Uma vasta imagem…vem turvar minha visão” 

Tu entraste derrubando janelas, arrombando a porta. Naquela violência do abraço inteiro e terno. Precisei te perder para saber…

“Os melhores carecem de certezas…” 

Se não houve certeza, se não existe o menino escondido… também não existo. Apenas o rasgo se tranca no prazer. E do passado esquecido, um momento, e eu nem te contei. Estranho! Tanto tempo, ou de toda vida passada, corrida… Na costura das palavras e das aventuras, as tuas.

“Girando e girando”

O que eu lamento? …, não sei. Bater na tua porta, entrar na tua vida. Ficar quieta presa no teu olhar, e tu preso na minha voz. Eu queria tanto ficar na tua vida! Um pouquinho…, o tempo daquele café.

Sabine: Temos que fazer alguma coisa. Não posso ficar parado vendo a porta que existe entre nós se fechar. Dê um sinal. Precisamos encontrar uma forma de nos encontrar ou estaremos para sempre perdidos um para o outro. […]” Nick Bantock

Eu queria estar onde estou: ao teu lado. Para sempre.

 

 

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