perdida

Perdida do livro. Ao acaso o encontrei  no alto da estante, quase invisível.  Peguei a escada, a mais alta, e agarrei o volume. Depois de tantos encontros secretos com Günter Grass, o reencontro. Coisa boa! Amor certo, abraço seguro, voz que me acorda. Aquela fresta engraçada!  Envelhecer espera um pouco mais, hoje estou menina. O volume estava lá a me esperar,  a memória se agita, e com ela a biblioteca de minha mãe. A saudade da rua Vitor Hugo. Elizabeth M.B. Mattos – também sou de Athayde Mattos

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