de olhar

Vendo (de olhar ou de vender?), ou deixo passar a vida por efêmero sonho. Indefinido sonho de criança. Velha, recolho sobras do tempo: tu e eu. O que fazes aí tão longe da tua vida de menino, de reencontro? O que faço eu nesta cidade senão borboletear! Brinco entre o café, o chá e o chimarrão. Esperar, sonhar, abafar, sai pesadelo… Impotência ausente, escuto tua voz. Cartas, malditas cartas que rasgam e espicaçam a vida amorosa… Elizabeth M.B. Mattos – junho de 2019 – Torres

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