o mínimo

Bastante frio, tanto frio! Muito e muito frio. Contar história ou inventar. Procuro na margem, na dobra, da textura raiada, naquela foto. Encontro canções nos borrões. Não especial nem instigante, o único no igual.  Fatos notícias. Vozes, reclamações e tanta indignação! Antes o silencio murmurando… Vozes soavam crianças, novas. Surpreendente! Surpreendente! Estou na onda. Uma atrás da outra não me deixa voltar a margem. Afogo – me neste mar. Nadar e atravessar sem surfar. O jogo interno:  competir comigo mesma. Escolher a equipe e planejar adestrar, o jogo. Isolar importa, alienar não. A caverna por mais escura / diferente com sete letras misteriosas. História galopante. Os mesmos contos infantis. Particularidades?  Na infância o excepcional: borrão e semente. Depois, segue – se a corrente. O mínimo: o ponto. E lá estou… Elizabeth M.B. Mattos – 2019 – Torres

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s