boomerang

A consciência de estar só é sempre na penumbra, na nostalgia de ser dois, assim diz  Gaston Bachelard, e nada é fixo para aquele que, alternadamente, pensa e sonha. Amanhecer na luz azul e azul, magia do dia… É preciso sonhar muito – sonhar tomando consciência de que a vida é mesmo um sonho, e de que sonhamos para além do que já vivemos, a percepção do vivo está logo ali no amanhecer, no presente do hoje: a verdade diante dos olhos.

Minha mãe nasceu em outubro, e morreu em outubro de 1987. Foi como perder / arrancar um pedaço vivo. Difícil de curar!

1994 – Búzios – dias felizes, especialmente tranquilos. Férias. E o pai, presente. Saudade enorme. Repassei/repensei/revivi alagados olhos verdes a cada sonho. Por que não esgotamos o amor. Sentir é o mágico da permanência! Eles não desaparecem…  Voltar a Torres para apertar / amarrar  sentimentos. Elizabeth M.B. Mattos – outubro de 2019 – Torres

Coisas da vida! Eu sou velha demais e você demasiado novo, e os boomerangs acabam sempre por voltar nem que seja nas pontas dos pés, à noite, num assobiozinho envergonhado escreve Lobo Antunes. Memória de Elefante

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