água, água

Raios, trovões e tanta chuva! Venta. Vidraças fustigadas, pelas frestas, água e água. Transtornado desconforto. Será medo? Desacerto. Indiferença?

Chove, alaga. O trágico e a verdade se alternam. Eu me reconheço vulnerável, despreparada, sem voz. Sinto o cheiro do medo. Recuo, depois avanço. Dúvida, depois certeza. No envelhecer o bom fica perto, o descuido se afasta, e o medo persegue. Sinto frio. Elizabeth M.B. Mattos – outubro de 2019 – Torres

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