nunca mais

…não vou mais te dizer, tudo errado. Olhar insistente, esta mão que se estende. Não. Estás, livre, e surpreso. Contra tudo e contra todos… eu sigo o erro. Vou sair devagar, mansa e silenciosa, e vou voltar platônica e sonhadora, sem confundir o que sinto. Vou viajar naquele barco e dançar. Rir um pouco, e deixar passar o tempo, vou de goles e de sonecas em sonecas envelhecer, e nos sorrisos seguir. Caminhar… Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2019 – Torres

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