Ouve – me

Ouve-me, ouve o silêncio. O que te falo nunca é o que te falo, e sim outra coisa. Capta essa coisa que me escapa e no entanto vivo dela e estou à tona de brilhante escuridão.” (p.14) Clarice Lispector  Água Viva 

Ela escreveu arrastando/rasgando o coração. Leitura incompleta e inquietante, não definida porque não termina… Clarice no poder de espicaçar e pisotear acerta o prazer. Constrói outro mundo, pinta e entrega o segredo de desvendar. E sempre será o mistério repartido. Tantas fracções! E todas interligadas. Beth Mattos – dezembro de 2019 – Torres

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