Terezinha Lanzini

Quero agradecer! E nem sempre sai do jeito bom. Quero agradecer carinho e palavras. Transcrevo o escrito para repetir / dizer / sublinhar: estamos a usufruir da mesma, e abençoada, melancolia. Felizes nesta magia, juntas. Faço registro do teu texto:

“Ainda pouco, sentada na varanda, sentindo o vento voltando do mar senti um fio de dor brotar do fundo da alma ao ler: “eu era tão menina”. Aquela menina que fomos um dia… Com suas tranças brilhando ao sol, correndo pelos campos bordados de flores amarelas, quando ainda era primavera. Aquela menina que sorria para a manhã que nascia, acreditando ser cheia de promessas e adormecia com um sorriso angelical, à espera de mais alegrias e descobertas. Não conhecia tristeza porque não tinha tempo a desperdiçar. Só o tempo fez com que aprendêssemos muito sobre o que é essa tal “melancolia”… Melancolia ainda maior quando sentimos nosso envelhecer. Porém, amanhã será outro dia. Quero voltar a ser aquela menina que fui um dia, e correr às  cinco horas da manhã para ver mais uma vez o sol raiar, na beira da praia. Beth, cada minuto é precioso. Pra nós, basta olhar uma flor para nos darmos conta de que precisamos viver. Com urgência. Te quero bem.” Terezinha Lanzini  dezembro de 2019

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