Guido Piovene

cartas

[…] “A moral fanática da clareza interior não é útil à arte ao combater e destruir o mundo dos sentimentos, que quando ela intervém parecem todos fictícios, não porque o sejam, mas porque julgados segundo uma norma estranha que os fez parecer ilusões. Mas aquilo que escrevo tem motivos até mais graves que as razões da arte.

Nós homens modernos, não podemos aspiras à estupenda ignorância de algumas zonas perigosas do ânimo, que garantia a vida dos nossos antepassados. Somos obrigados à agudeza. Exatamente por isso, é necessário moderá – la continuamente com um piedade cautelosa, com um caridade voluntária, que impeça a agudeza de nos dominar totalmente e se tornar uma paixão e um vício.” (p.10) Guido Piovene Cartas de uma noviça

Cartas/missivas ou epístolas, ou bilhetes, importam. História ou confissão. Poucas, ou duas palavras apressadas. Penso em ti, ininterruptamente, sem parar, sem parar desde…, o que importa? Não estares nos bailes não impediu de termos dançado por/em lugares inusitados. Sempre e tão  perto um do outro! Tua história se colou de tal forma na minha não-história que se prolonga… Elizabeth M.B. Mattos – março de 2020 – Torres

 

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