para chegar mais depressa ao futuro, agarra minha mão…

E não fiques me dizendo que estou deprimida, ou triste porque a energia da vida está numa alegria lá de dentro que alimento com amoras, biscoitos e leite…

“Eu fiquei pensando que as dores se separam em beliches, e se concentram, e quase se escondem, como se fossem conspirações, porque os homens entre si se separam; e os homens entre si se separam porque cada um de si mesmo se separa.” (p.48)


“A mim o que mais fere, o que mais dói são os equívocos que vejo no mundo. essa é a minha tristeza dominante: uma exasperação do senso do ridículo. E só quem já viveu essa experiência é capaz de avaliar a dor aguda, penetrante, glacial, que permanentemente me faz companhia. Falam de um inferno de fogo; eu penso às vezes num inferno de gelo.” (p.49)

É bom ter ponte entre o que penso e um outro alguém pensa, escreve, e expõe: ‘estou visitando o passado, para chegar mais depressa no futuro’, embalo tuas palavras, estremeço, e eu não me cuide para te esperar, oxalá não prestes atenção! Elizabeth M.B. Mattos – março de 2020 – Torres

“- Se alguém nos perguntar ‘aonde vão?’nós nos calaremos. Querem que eu diga, com voz de menino, que vou correndo em busca da felicidade? Essa ideia de criança ficou enterrada no último buraco que fizemos no fundo do quintal.” (p.79) Gustavo CorçãoLições de Abismo

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