não foi brincar

…,poderia ter sido apenas brincadeira como sempre: toque de audácia, brejeirice de rapaz: ciência de sedução. Houve um tempo em que os amigos fizeram coroas, depois foram embora com seus jogos a ser eles. Mundo às avessas, sempre mais do que deve ser menos. Solitário quando a ordem se esparrama… Turbulento e lotado na algazarra. Tão menos quando transborda! Uma  garrafa de vinho, um pouco de queijo e o pão, todos os tipos de pão. Todos os festejos, todos os sorrisos, todas as brejeirices, todas as tuas risadas, sim, tu me alegras. Eu ainda quero todos os meninos que estão em ti. Elizabeth M.B. Mattos – abril de 2020 – Torres

P.S. Esta epidemia a revirar cabeça com mortes e mortes! Que revirada de vida. Sinto saudade de alguma coisa dentro de mim: de uma cor, de um jeito, daquela volta, daquela trava, daquela rebeldia de não dizer, não ir. Sabes o que me acontece? No/do proibido recomendado volto a desejar encontros, conversas soltas. No proibido, desejo ser normal, gentil, social e faceira. E agora? Está tudo mesmo proibido. Eu desapareço na normalidade do sinal: não socializo porque obedeço, deixo de ser eu. Abril pode ser um mês perigoso. Não vás morrer!

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