gincana abusiva

Envelhecer e suas curiosidades: gincana todas as manhãs, todas as tardes, o dia inteiro, e algumas noites. Saio caminhando pela calçada distraída, ou termino o café. Agarro o troféu. Lavo a louça. Recomeço a busca, volto a caça… Noutros tempos a gincana era/foi divertida, em equipe, com risadas e correrias. Agora? Nem tanto. Eu comigo vencer etapas, cheia de paciência! Uauuuu, não desistir. Beth Mattos

“[…] a vida que se leva, e que leva a gente, não nos interessa muito, não intimamente. Mas todo homem sabe disso quando é jovem.[…] Tudo fora ainda uma vez magnífico, e contudo, naquele anseio fervente havia um doloroso pressentimento de cativeiro; uma sensação inquietante: tudo que penso alcançar me alcança; estou corroído por uma suspeita de que neste mundo as manifestações falsas, levianas e impessoais ecoam mais intensamente do que as íntimas e essenciais.” (p.95)  Robert Musil  o Homem sem qualidades

Nesta gincana particular, tudo conquistado. Um espaço só meu,  e tão meu! Sou prisioneira de todas as surpresas… Ganho, penosamente, o pequeno troféu de todas as longas e duras gincanas. Bom! Bem! Ainda viva! Os músculos da memória se exercitam e a paciência também. Elizabeth M.B. Mattos – maio de 2020 – Torres

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